Crítica: Confirmation [HBO]

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Assisti com exclusividade o filme “Confirmation” (“Confirmação” no Brasil) produzido originalmente pela HBO e que estreia no mundo inteiro nesse sábado (16 de abril), às 22h.

Ele foi dirigido por Rick Famuyiwa e conta com um elenco de peso: Kerry Washington, Wendell Pierce, Zoe Lister-Jones, Erika Christensen, Greg Kinnear e outros.

Sinopse

Confirmação mostra os bastidores da política em Washington na época em que o juiz foi indicado pelo presidente George H.W. Bush para ocupar a cadeira que tinha sido de Thurgood Marshall na Suprema Corte do país. Em outubro, durante os últimos dias das audiências de confirmação de Thomas no Comitê Judiciário do Senado, os veículos Newsday e NPR noticiaram que uma antiga subordinada dele, a professora de Direito Anita Hill, o estava acusando de assédio sexual dez anos antes. A notícia provocou um turbilhão de acontecimentos, e tanto Hill como Thomas tiveram que depor sobre a acusação em um caso que o público pôde acompanhar pela TV.

Trailer

Crítica

Confesso que esse é um caso norte-americano que eu não sabia quase nada.

Antes de ver o filme dei uma lida e ví alguns vídeos para me aprofundar na história. Isso foi bom porque eu pude reconhecer o belo trabalho que eles tiveram de recriar essa história fielmente.

É um filme que será lançado com um grande peso para o Brasil, principalmente porque no domingo vamos viver uma cena política que será transmitida pela televisão. O assunto é diferente, mas o lado da mídia e do comportamente social é completamente igual.

Outro ponto de destaque do filme é exaltar o problema racial e também do assédio contra a mulher.

Que são outros assuntos que estão em voga atualmente.

Quanto ao lado estético, o filme é sensacional. A fotografia é ótima e a trilha sonora consegue criar o clima para todos os momentos de “tensão”. O figurino, a decoração e os carros, te levam para a década de 90.

Kerry Washington é boa, mas não é sensacional. Nos momentos mais sentimentais, achei que ela deixou a desejar. Por exemplo, quando ela cai no choro perto do final do filme (não é spoiler porque não muda nada na história)… Deu para ver que ela não conseguiu chorar oficialmente e usou da mão e dos gestos para simular isso. Talvez se ela tivesse maior preparo para o ato, seria uma das melhores cenas (emocionantes) do filme.

Se você é assinante da HBO ou tiver a oportunidade de assistir, não perca! Tanto para ver esse momento marcante da política dos EUA quanto para refletir sobre os temas abordados.

Lembrando que estreia amanhã (sábado) às 22h.

nota4-critica


Guilherme Cury1525 Posts

30 anos, blogueiro, publicitário e músico. Formado em Propaganda & MKT, é blogueiro há mais de 10 anos. Atualmente trabalha com conteúdo para internet e se aventura no mundo musical.

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