Coisas que você não deveria sentir vergonha (mas às vezes sente)

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Existem momentos na vida em que a gente começa a sentir vergonha de algumas coisas e, muitas vezes, são coisas que realmente deveríamos nos envergonhar.

Existe uma demanda social que nos diz o que devemos ou não fazer. Quando fazemos o que “não deveríamos”, temos dificuldade em contar para o outro e nos sentimos mal por fazer.

Se essas coisas nos fazem bem ou se achamos que é o correto a se fazer, nós não deveríamos sentir vergonha. Deveríamos apenas fazer e não nos preocupar, afinal, somente quem sabe realmente o que podemos ou não fazer, somos nós mesmos (principalmente quando envolve nossos princípios).

Por isso, separei uma lista com as coisas que você jamais deveria deixar de fazer por causa da demanda social. Ou seja, coisas que você não deve sentir vergonha de fazer, mesmo quando parece errado para os outros.

Não dar gorjeta ao garçom (por um atendimento ruim).

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No Brasil nós somos quase que forçados a pagar os 10% do garçom. Os estabelecimentos nem perguntam se queremos ou não, nós simplesmente pagamos.

Não estou dizendo que isso é um coisa ruim, afinal, se o garçom está te servindo ele deve receber por isso.

O problema acontece quando nós somos mal atendidos, em um estabelecimento, por um garçom. Quando isso acontece nós geralmente não nos sentimos a vontade para dizer que não iremos pagar os 10%.

O ideal é fazer o que você acha certo, sem sentir vergonha disso!

Fazer as coisas sozinho.

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Não é fácil fazer as coisas sozinho, principalmente quando envolve sair. Digamos que você está a fim de tomar aquele Chopp, jantar em um restaurante ou ir ao cinema, mas está sozinho. E aí, o que você faz?

Em muitos casos, quando estamos sozinhos, preferimos fazer algo em casa do que sair para satisfazer nossas vontades. Isso acontece pois temos vergonha de sermos vistos sozinhos. Mas não deveríamos ter. Afinal, quem falou que não é possível fazer essas coisas sozinhos e mesmo assim se divertir?

Não querer ter filhos.

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Esse assunto é delicado. Muitas pessoas optam por não ter filhos e são julgadas por isso. Mas essa é uma decisão (geralmente muito bem pensada) das pessoas ou do casal e deve ser respeitada.

Se essa for a sua vontade, não precisa sentir vergonha. Tenha em mente que o outro não pode – e nem deve – interferir nas suas escolhas.

Se masturbar.

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As vezes parece que é errado se masturbar, mas não é. Há um consenso social (e as vezes com cunho religioso) que prega que é errado fazer isso. Mas como bem sabemos, não há problema algum.

Se a masturbação não interfere na sua vida sexual, se não é feita de uma forma compulsiva, não há problema algum e fazê-la. Por isso, nada de se sentir mal.

A masturbação pode até trazer alguns benefícios para a sua vida (confira!).

Não gostar de alguns familiares.

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Esse é um outro assunto delicado. O senso comum afirma que devemos gostar de todos os nossos parentes. Mas nem sempre é assim que funciona.

Se você não se dá bem com alguém de sua família, você não deve se sentir mal por isso. É importante manter o respeito por essa pessoa que você não gosta. Mas não precisa ter vergonha de assumir isso.

Jogar videogame.

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Isso é muito comum no mundo masculino. Com o tempo parece que vamos sendo proibidos de gostar de games, principalmente quando ficamos mais velhos.

Nós passamos a ser julgados se um dos nossos hobbies for jogar vídeo game. Geralmente quem julga são pessoas com pouco conhecimento nesse aspecto e que acreditam que o videogame é apenas um “brinquedo”.

Por isso, não sinta vergonha de gostar de jogar. Atualmente o videogame tem um papel tecnológico muito importante e é ótimo para relaxar nos dias livres.

Estar solteiro.

Paquerando

Quando ficamos solteiros por muito tempo as pessoas começam a falar e a inventar diversas coisas. Isso pode fazer com que alguns homens fiquem preocupados e corram para encontrar uma namorada.

Mas, se você se sente bem quando está solteiro, se isso satisfaz as suas necessidades, não há porque se sentir envergonhado. Continue aproveitando.


Leonardo Luchetta378 Posts

Escreve artigos para a internet na metade do tempo. Na outra metade se prepara para tornar-se psicólogo clínico. Nas horas vagas, vaga!

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