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As três melhores Casas de Swing de São Paulo

“A maior perversão sexual é a abstinência”.

Essa frase, atribuída a Sigmund Freud, junto de outra famosa, “Tudo nesse mundo é sobre sexo, exceto sexo. Sexo é sobre poder”, do escritor britânico Oscar Wilde, serve com perfeição a essa prazerosa e viciante aventura que foi desvendar as três mais badaladas casas de swing de São Paulo. Inner Club e Vogue Club, em Moema, e Code Club, no Morumbi, prometem trazer a mesma experiência, mas são muito distintas, bem mais do que você imagina.

Aqui não vamos tratar de contar quantas salas ou quais os preços de entrar nessas casas. Não somos a Vejinha. As próximas linhas vão relatar como é ser um swinger em São Paulo, de verdade. E acredite, é muito bom. Apesar das três serem casas de swing, elas são completamente diferentes, passando da decoração ao público, e podem ser classificadas em níveis sexuais. A Code é soft, a Vogue pode ser considerada intermediária e a Inner é hardcore.

Na Code, o clima de balada dá o tom da casa, que abre apenas aos sábados (há algumas festas especiais também). A abertura é as 22h, mas às 23h só haviam 5 casais, todos conversando apenas com seus pares. A pista, de ótimo bom gosto e muito bem decorada – todo o lugar é bem moderno -, só começa a ficar cheia 1h. Até essa hora, quando entra o DJ, clipes ficam passando no telão e o clima é de início de festa, mal dá para perceber que se trata de uma casa de swing.

Porém, como uma espécie de um rito de abertura, duas belíssimas dançarinas abrem os trabalhos mais sexy da pista lá pelas 1h20, que já está cheia de casais de verdade, todos na média dos 27 anos. É gente nova que frequenta a Code, e gente bonita. As meninas são incentivadas a usar o pole dance e houve performances extasiantes, o que comprova ainda mais a boa frequência da casa. No entanto, ainda nesse momento, as salas destinadas ao sexo ainda estão vazias.

É lá pelas 2h da manhã que os olhares e caricias na pista de dança começam a se transformar em algo mais intenso. A Code permite a entrada de solteiros, mas não é para eles, são poucos os espaços. Os casais, no entanto, desfrutam de um labirinto sem fim de “casinhas” (todas com álcool gel e papel) e outros ambientes mais abertos, como uma kombi recortada que virou uma cama “hiper king size”, um tatame menor e uma grande sala com um tatame e uma pintura que simula um céu estrelado.

E há estrelas por lá sim. Como as mulheres que frequentam a Code são bonitas – as mulheres também se dão bem. Diante de tantos corpos interessantes, a qualidade é o que domina o ambiente na Code, não a quantidade. A pista de dança sempre está mais cheia que as áreas de sexo, mas há intensidade nos tatames e casinhas. O voyeurismo também é dominante pelos casais curiosos que ultrapassam a linha imaginária balada/swing presente na casa.

Minha acompanhante, uma belíssima argentina que poderia ser a musa inspiradora de Balzac, mesmo não sendo uma praticante do swing, gostou de como a coisa é conduzida na Code, sem pressão, em que uma divertida balada pode dar lugar ao sexo (se pintar a vontade inevitável). Um prato cheio para iniciantes ou casais que querem sair das rotineiras festas da Vila Madalena e ver um pouco mais de suor e pelos arrepiados.

Na Vogue, a menor casa em tamanho das três, o dia escolhido foi uma sexta-feira, mas ela está aberta desde terça. A decoração parece a de baladas dos anos 2000, uma escolha inteligente, já que casa perfeitamente com a média de idade do ambiente, de uns 33 anos. A abertura é às 21h, mas só às 23h que a ação tem início. Há um pole dance no meio da pista de dança, mas não há muita frequência. A pista só fica cheia mesmo durante o show de um casal de stripers, que ocorre pontualmente a meia noite. É encarada pelos casais como uma espécie de pausa. Antes e depois disso é nas casinhas e tatames que a coisa flui de uma forma bem diferente da Code.

Na Vogue, o objetivo principal é o sexo como forma de diversão, não a balada que pode acabar em sexo. E há ainda outra peculiaridade: são as mulheres que comandam as ações. São elas que puxam os solteiros (que também não têm muito espaço) ou indicam o interesse pelos casais. O girl power é poderoso na Vogue e isso é ótimo.

Os casais se paqueram livremente e os olhares são intensos, principalmente das mulheres. A área do tatame, na parte só para duplas, está sempre cheia, com uma forte presença do bi feminino. Há ainda uma grande sala escura, em quem não é possível enxergar absolutamente nada. Por lá estão os casais totalmente liberais, mulheres sozinhas com muitos caras e até o bi masculino é praticado. Há ainda salinhas devassadas para casais que gostam de ser observados e tocados. E em todos os corredores, se prepare para ser bolinado por mulheres entregues aos prazer e que sabem o que querem.

Recentemente foi inaugurado na Vogue um espaço vip com bebidas, petiscos, 20 poltronas aconchegantes, uma mesa de sinuca, casinha privativas, um tatame e banheiros. Uma ótima sacada para privilegiar encontros de swingers, algo que se torna cada vez mais comum.

Aí chegamos na Inner. A casa está aberta de segunda a domingo, mas a coisa ferve mesmo de quinta a sábado. Mais uma vez a escolha foi por uma sexta-feira, o dia da maldade. Amigo, se você tem algum pudor com alguma coisa, é envergonhado ou apenas curioso, não chegue perto da Inner. Lá o negócio é punk. A abertura também é às 21h e, assim como na Vogue, só começa a encher de casais às 23h. A Inner é a mais amigável aos solteiros disparada e tem uma média de idade maior, de bem mais de 35 anos. Há até casais de mais 50 anos por lá, algo que não foi visto nas outras duas.

A entrega ao sexo é enorme na Inner. Lá pela 1h da manhã a impressão que se tem é a de estar em um “The Walking Dead” da Buttman. As pessoas circulam sem parar se tocando e esperando um sinal positivo para entrar nas casinhas, algo que nunca tarda. A decoração lembra a da famosa casa carioca Help, que fechou em 2010 – meio balada, meio puteiro. Há um cinema de verdade, com telão passando pornôs clássicos, que está sempre agitado, com muitos menages.

O labirinto dos casais também vive cheio, em especial a parte do tatame, voltado para as surubas. No entanto, o quesito beleza não é o forte da presença nesse espaço. As mulheres mais bonitas da Inner estão mais na segunda área livre, após a porta vermelha, ao lado do cinema. São várias casinhas, uma cadeia, uma área para bongade totalmente aberta, voltada ao voyeurismo, e até um ônibus (sim, um de verdade, falarei dele em breve).

O clima dos corredores é de ninguém é de ninguém. Todos passam a mão em todos e os casais vão se puxando para as casinhas em trocas frenéticas de carícias e fluidos. Os glory holes também estão sempre animados. Mas nada representa mais a Inner que o seu ônibus, perfeito para mulheres que queiram encarnar a Dama do Lotação. Grupos se acumulam por lá o tempo todo, deixando os ônibus que vão da Zona Leste ao Centro no chinelo em termos de lotação. Também é a área comumente escolhida pelas mulheres para estravasar. Na última olhada antes de ir embora, vi uma bela quarentona se entregado aos prazeres da carne, sozinha, com mais de 10 homens.

Por mais que sejam diferentes, todas as casas agradam muito na qualidade do serviço, na higiene e na edução dos frequentadores. Não há confusão e o respeito com a individualidade é maior do que em baladas regulares. Se alguém toca gentilmente em uma mulher e ela diz não, todos soltam imediatamente. Ninguém é coagido a fazer o que não quer. É um lindo paraíso hedonista tão prazeroso, quanto viciante. Vá, conheça elas, entre em seus sites e veja o preço (cerca de R$ 150 para casais), vale a pena. Mas cuidado, essa porta aberta pode nunca mais se fechar e o seu olhar perante o mundo do sexo mudar radicalmente.

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