Crítica: Caça-fantasmas [2016]

caca-fantasmas-2016

Assisti o novo filme “Caça-Fantasmas” (Ghostbusters), dirigido por Paul Feig, que traz quatro mulheres como personagens principais: Melissa McCarthy, Kristen Wiig, Kate McKinnon e Leslie Jones.

Sinopse

Trinta anos depois do sucesso do clássico, “Caça-Fantasmas” está de volta e revitalizado para a nova geração. O diretor Paul Feig combina todos os elementos paranormais que tornaram a franquia tão amada, com um elenco de novos personagens, interpretados pelos atores mais divertidos dessa geração. Prepare-se para vê-los salvando o mundo!

Trailer

Crítica

Começo já defendendo que a mudança do time de “Caça-Fantasmas” para mulheres não gera nenhum conflito para o filme. Com certeza é um passo da produtora para mostrar que estão seguindo a tendência do “empoderamento feminino”.

Segundo a mídia (nacional e internacional), é um filme que – pela escolha de mulheres como personagens principais – foi reformulado para quebrar paradigmas e preconceitos. Porém, vi comentários pertinentes de alguns usuários que indagam o motivo da personagem negra não ser uma das cientistas do elenco, mas sim uma funcionária do metrô de NY. Se existe essa vontade de quebrar os preconceitos, acho que seria um trunfo se o filme trouxesse a personagem em outro tipo de cargo, fugindo do estereótipo do negro trabalhando como subalterno em filmes americanos.

Bom, em relação ao filme eu posso confessar que é um filme de humor hollywoodiano com uma pitada de infantilidade. O roteiro traz piadas em todo o momento – algumas boas, outras nem tanto – e uma interpretação bastante infantil.

A fotografia é bem bacana, mas dispensa o uso do óculos 3D. Acho que no filme todo, no máximo três pequenas cenas trouxeram um diferencial em terceira dimensão.

O lado bom do filme é que explica bastante o motivo e as lógicas para a formação do grupo de “Caça-Fantasmas” e também conta com a interação dos personagens clássicos (interpretados por Bill Murray, Dan Aykroyd e Ernie Hudson) com as personagens atuais.

O lado ruim é ser completamente “pastelão”, com piadinhas o tempo todo e finalizando com a clássica dancinha dos personagens no final dos créditos.

É um bom filme para assistir com os filhos ou com a namorada que curte esse tipo de entretenimento.

nota3-critica


Guilherme Cury1471 Posts

29 anos, blogueiro, publicitário e músico. Formado em Propaganda & MKT, é blogueiro há mais de 10 anos. Atualmente trabalha com conteúdo para internet e se aventura no mundo musical.

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